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sexta-feira, 17 de abril de 2009

Maravilhosas mulheres



O magnífico momento que estão passando os produtores de espumantes gaúchos é resultado da qualidade confiável e crescente dos mesmos e da quebra de dois tabus: é possível consumir-los nos aperitivos em troca de destilados ou durante as refeições no lugar da cerveja ou vinho, e mesmo sendo nacionais são melhores que boa parte dos importados.
Esta quebra de tabus aconteceu relativamente rápido devido a um magnífico aliado: a mulher.
É a mulher quem melhor percebeu os atributos incomparáveis do espumante: bebida refinada, versátil, alegre, intimista, sensual, festiva.
É a mulher que sem preconceitos, permitiu que o espumante saísse de seu limitado espaço das festividades especiais ao qual era condenado, e passasse a formar parte de momentos descontraídos fora das refeições, nos restaurantes e nos lares com a família e amigos.
É a mulher a maior freqüentadora das champanharias criadas recentemente nas quais em grupos, bate papos descontraídos saboreando uma borbulhante taça de espumante.
E o que é mais importante: é a mulher a responsável pela mudança dos hábitos de consumo de namorados, noivos e maridos. Quando ela escolhe um espumante, ele respeitosamente aceita, bebe em silencio, se agrada, perde o pré-conceito e torna-se um novo apreciador desta bebida que não encanta a quem não quer.
Duas famosas mulheres assim expressaram seu sentimento em relação ao espumante:
Coco Chanel, a famosa estilista e criadora do império Chanel o bebia somente em duas ocasiões: “quando estou apaixonada e quando não estou apaixonada”.
Lily Bollinger, da famosa casa de champagnes Bollinger disse: Eu só bebo champagne quando estou feliz e quando estou triste. Às vezes eu bebo quando estou sozinha, mas quando estou em companhia considero obrigatório. Eu me distraio com champagne quando estou sem fome ou bebo quando estou faminta.
Fora isso, eu nem toco nele- a menos que esteja com sede”

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