Com muita alegria e orgulho estamos liberando o lote 2009 de nosso espumante ORUS Rosé Extra Brut Pas Dosé, método tradicional, único deste tipo produzido no Brasil. Pas Dosé é a expressão utilizada na França para classificar os espumantes que não recebem a dosagem de licor de expedição que acrescenta açúcares.
O lote limitado de 608 garrafas devidamente numeradas será comercializado directamente de nossa vinícola, e através da rede de distribuidores exclusivos nas principais capitais em duas modalidades de embalagem: estojo de papelão e estojo de madeira.
Este produto é maturado na própria garrafa por doze meses sobre as leveduras onde ganha riqueza aromática e gustativa devido ao efeito da autólise das mesmas. É incrível a importância desta fase já que nela o espumante adquire a "cara" do método tradicional ou champenoise. Posteriormente o envelhecemos durante doze meses com a rolha com o objetivo de agregar complexidade e "doçura", ou seja torna-lo amável à nariz e a boca. Acredito que esta fase transforma o ORUS num espumante totalmente diferenciado, único.
A descrição organoléptica é:, Cor rosado ligeiro que lembra casca de cebola, límpido e transparente, aromas intensos, delicados e convidativos e um sabor extremamente amável apesar da ausência total de açúcar.
Este pequeno lote de espumante especial é feito para homenagear os apreciadores de nosso Brut Rosé em todo o país.
Todos temos muito orgulho da qualidade alcançada por este produto.
Para quem quiser encomendar uma garrafa deste lote especial basta enviar e-mail para comercial@adolfolona.com.br, telefonar a Garibaldi (54) 3462.4124 ou acessar o site WWW.adolfolona.com.br onde constam os distribuidores Adolfo Lona no Brasil.
Estou iniciando o blog "VINHO SEM FRESCURAS" justamente porque estou cansado de tanta frescura quando o tema é vinho. Pretendo abordar todos os assuntos relacionados a esta bebida tão natural da forma mas simples possível. Participe enviando noticias, comentários, críticas ou elogios sobre vinhos, espumantes nacionais ou estrangeiros e até, se quiser, sobre algúm de meus espumantes ou vinho que elaboro na pequena e simpática cidade de Garibaldi no interior de Rio Grande do Sul.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
terça-feira, 18 de agosto de 2009
O suco de uva
O Instituto Brasileiro do Vinho demonstra mais uma vez sua capacidade e profissionalismo ao destinar boa parte de seus recursos para apoiar um produto com enorme potencial: o suco de uva.
Uma das virtudes de todo suco natural é ter características organolépticas marcantes da fruta que o gerou. Assim é com o suco de pêssego, laranja e maçã, para citar os mais consumidos.
No caso dos sucos de uva, os provenientes de variedades de origem europeia, utilizadas para obter vinhos finos como Chardonnay, Riesling, Merlot e Cabernet Sauvignon, não apresentam as características da casta, são neutros, sem graça. Já os elaborados a partir de uvas da espécie Americanas e/ou híbridas como Concord, Seibel e Isabel são extremamente ricos em aromas e gosto de uva.
Por esta razão, o suco brasileiro é muito apreciado e raro porque na grande maioria dos países produtores o cultivo das espécies americanas é proibido. O RS já um tradicional produtor e exportador de suco concentrado, e o parque industrial existente desde a década de setenta é um dos mais modernos do mundo.
O património vitícola da Serra Gaúcha é formado por oitenta por cento de uvas da espécie americana e vinte por cento da espécie europeia. Esta espécie encontrou no RS condições óptimas, e até hoje suas uvas são destinadas em boa parte para elaborar vinhos de mesa. A produção de suco de uva até hoje esteve focada no mercado externo porque o consumo interno foi relativamente pequeno.
O estímulo que dará esta atitude do Ibravin ao consumo de sucos naturais de uva resultará em curto prazo em vantagens para produtores e consumidores.
Os produtores destas uvas que não sempre são remunerados adequadamente serão beneficiados pela maior procura desta matéria prima. Muitos deles cultivam também uvas europeias, que com a crise de vendas que sofrem os vinhos finos devido a concorrência dos importados, tem tido pouca procura e preços absurdamente baixos.
As empresas produtoras de suco poderão ver seus negócios prosperarem possibilitando fazer maiores investimentos na cara tecnologia exigida por este produto. Com o aumento da procura, com certeza surgirão pequenos produtores que em virtude do pequeno volume elaborado, conseguirão oferecer ao mercado sucos naturais e integrais diferenciados.
Finalmente será beneficiado aquele que é a razão da existência de todos: o consumidor que irá descobrir e apreciar um produto natural, puro, integral, sem álcool, que reúne todos os benefícios à saúde que os derivados das uvas tintas oferecem devido a presença do resveratrol.
Uma das virtudes de todo suco natural é ter características organolépticas marcantes da fruta que o gerou. Assim é com o suco de pêssego, laranja e maçã, para citar os mais consumidos.
No caso dos sucos de uva, os provenientes de variedades de origem europeia, utilizadas para obter vinhos finos como Chardonnay, Riesling, Merlot e Cabernet Sauvignon, não apresentam as características da casta, são neutros, sem graça. Já os elaborados a partir de uvas da espécie Americanas e/ou híbridas como Concord, Seibel e Isabel são extremamente ricos em aromas e gosto de uva.
Por esta razão, o suco brasileiro é muito apreciado e raro porque na grande maioria dos países produtores o cultivo das espécies americanas é proibido. O RS já um tradicional produtor e exportador de suco concentrado, e o parque industrial existente desde a década de setenta é um dos mais modernos do mundo.
O património vitícola da Serra Gaúcha é formado por oitenta por cento de uvas da espécie americana e vinte por cento da espécie europeia. Esta espécie encontrou no RS condições óptimas, e até hoje suas uvas são destinadas em boa parte para elaborar vinhos de mesa. A produção de suco de uva até hoje esteve focada no mercado externo porque o consumo interno foi relativamente pequeno.
O estímulo que dará esta atitude do Ibravin ao consumo de sucos naturais de uva resultará em curto prazo em vantagens para produtores e consumidores.
Os produtores destas uvas que não sempre são remunerados adequadamente serão beneficiados pela maior procura desta matéria prima. Muitos deles cultivam também uvas europeias, que com a crise de vendas que sofrem os vinhos finos devido a concorrência dos importados, tem tido pouca procura e preços absurdamente baixos.
As empresas produtoras de suco poderão ver seus negócios prosperarem possibilitando fazer maiores investimentos na cara tecnologia exigida por este produto. Com o aumento da procura, com certeza surgirão pequenos produtores que em virtude do pequeno volume elaborado, conseguirão oferecer ao mercado sucos naturais e integrais diferenciados.
Finalmente será beneficiado aquele que é a razão da existência de todos: o consumidor que irá descobrir e apreciar um produto natural, puro, integral, sem álcool, que reúne todos os benefícios à saúde que os derivados das uvas tintas oferecem devido a presença do resveratrol.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
O ciclo anual da videira - Parte 3



Com o aumento lento e gradual das temperaturas, o ciclo vegetativo avança com a evolução do crescimento dos brotos que se desenvolvem e geram os pequenos frutos como se observa na ilustração acima.
Floração e fecundação: Quando os cachos estão formados acontece a floração durante a qual o clima é um importante fator de quantidade e qualidade já que ventos fortes e chuvas podem prejudicar a formação do fruto. Com a fecundação das flores se inicia a formação do grão que inicialmente se assemelha a uma pequena ervilha. Neste momento o crescimento é por multiplicação celular que proporciona aumento do tamanho e o clima influencia menos.
Durante esta fase o grão cresce lentamente e permanece verde e compacto até atingir seu tamanho definitivo quando finaliza o crescimento por multiplicação celular.
Envero ou mudança de cor: Nesta fase, quando o grão não cresce mais, a pele fica translúcida (transparente)e começa a mudar de cor: amarela para as uvas brancas e vermelha para as tintas. Começa assim a fase final de maturação quando o grão completa a formação de seus componentes de cor e açúcares e quando o clima é fundamental para definir a real composição do mesmo.
Maturação: Nesta fase final o clima também desempenha papel fundamental já que a eventual água de irrigação ou chuva se dirige directamente ao grão.
Quando há clima seco, com moderadas chuvas, o grão, por efeito do sol e luminosidade, fica compacto e concentra seus componentes, transformando-se numa fruta ideal para elaboração de vinhos encorpados e potentes. Quando, ao contrário, há excessos de chuva, a grão sofre, além dos efeitos dos ataques do mofo que se formam no ambiente, diluição dos componentes e por tal razão deficientes desde o ponto de vista de carga de componentes. Nestes casos, as uvas resultam em vinhos tintos mais ligeiros.
Tudo isto explica porque no Brasil, nos anos que há excesso de chuvas, os vinhos tintos oferecem um desafio especial aos enólogos que tem de aplicar técnicas específicas para obter o melhor resultado.
Para as uvas destinadas a espumantes, as chuvas prejudicam o estado sanitário que deve ser controlado rigorosamente, mas não tão intensamente no aspecto de componentes já que os vinhos com este destino, podem ser menos alcoólicos e ligeiros.
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Torrontés

Hoje tive a oportunidade de degustar o vinho argentino Serrera Torrontés, importado pela Hannover Vinhos de Porto Alegre, nosso distribuidor exclusivo em Porto Alegre. Meu amigo Niels, proprietário da Hannover me enviou para que conhecesse. Confesso que fiquei admirado por encontrar um vinho que reúne expressividade, fineza e leveza num varietal que, apesar de ser emblemático da Argentina, é difícil de lograr quando a uva provêem de Mendoza.
A uva Torrontés é uma uva de origem espanhola da família da Moscatel que foi se adaptando muito bem na Argentina e resultando em clones diferentes conforme o local de produção. O mais famoso é o Torrontés saltenho (de Salta, bem ao norte, quase no limite com a Bolívia) que é muito aromático, com aromas e sabores quase doces. Quanto mais ao sul, menos expressão, por isso minha admiração quando degustei o Serrera.
O vinho é de cor branca dourada pálida, bem brilhante, aromas intensos de uva madura, agradáveis, frescos e persistentes e um gosto frutado muito leve, amável e refinado com equilibrada acidez.
Acho que este vinho é um perfeito companheiro para todo momento, em especial fora das refeições, na beira da piscina ou abrindo uma refeição, sempre bem gelado.
Infelizmente no Brasil há pouco mercado para os vinhos brancos que são descriminados. O novo consumidor do país ainda acha que o verdadeiro vinho é o tinto e demorará para descobrir os atributos do vinho branco. Pena, porque ele é quem perde.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
O ciclo anual da videira - Parte 2



A poda: Quando se aproxima o fim do inverno, quase no mês de agosto, e realizada a poda da videira que é a eliminação dos galhos do ano anterior e a preparação dos futuros "carregadores". Esta poda, conhecida como "poda seca", exige conhecimentos por isso é realizada por pessoas especialmente treinadas. Neste momento se faz a primeira decisão sobre a quantidade desejada de produção por pé, lembrando que esta decisão é uma variável importantíssima para a qualidade do fruto. Uma produção média ideal por pé esta situada entre dois e três quilos conforme a variedade e a região, o que permite que a planta "alimente" adequadamente cada cacho e este consiga níveis de maturação suficientes para asegurar boa carga de açúcares e componentes da cor.
A planta não começa a brotar logo após a poda, permanece até o aumento das temperaturas.
Inicio do movimento da seiva: Um dos indícios que a brotação está proxima é o "choro" da videira representado por gotas de seiva que se desprendem das extremidades onde houve o corte feito na poda. É uma das imagens mais bonitas do ciclo.
Inicio da brotação: Aproximadamente quinze dias após o choro a videira começa lentamente a brotar, dando inicio ao ciclo vegetativo. Neste ciclo que compreende a brotação, floração, fecundação e formação do cacho, o clima desempenha um papel importantíssimo.
Brotação: É o momento mais delicado do ciclo já que possíveis geadas podem ocasionar perdas irreparáveis desde o ponto quantitativo. Durante o fim do mês de setembro e inicio de outubro o ideal é clima com temperaturas em elevação e moderadas chivas.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
O excesso de carvalho

O carvalho é uma madeira nobre que permite, devido a sua moderada porosidade, a micro oxigenação do vinho, fenómeno através do qual os vinhos tintos perdem adstringência e dureza e ganham os aromas e gosto amável que lembram baunilha e chocolate. Estes aromas encantam todos os consumidores em especial os menos acostumados a beber vinhos tintos.
Na elaboração de vinhos para guarda, mais encorpados e robustos e onde a carga de taninos é fundamental para esta potencia, a fase de maturação em barricas de carvalho é quase impressindível já que é a forma mais natural de retirar "gordura" e dureza. Os grandes vinhos de Bordeaux, ao sul da França, sofrem obrigatoriamente esta passagem por madeira de pelo menos um ano, porque são muito encorpados e longevos.
Nos anos oitenta, por influência do mercado inglês (sempre ele!!) alguns países do Novo Mundo, livres das normas técnicas que vigoram no Velho Mundo, começaram a produzir vinhos com presença marcante (excessiva) de carvalho que os tornava "perfumados e agradáveis". Eram verdadeiros chás de madeira. A técnica? Em vez de barricas de carvalho, caras e demoradas, utilizavam lascas de carvalho que em contato com o vinho transmitiam algumas características olganolépticas dos vinhos de barrica a um preço infinitamente inferior. Esta moda parecia ter acabado, ou ao menos diminuído.
Que nada! Continua em vigor, agora aplicada em todos os vinhos, em especial novos, e em todos os países.
É a mediocridade tomando conta e nivelando todos os vinhos! Agora alguns produtores mais espertos do Velho e Novo Mundo abusam da madeira, escondendo defeitos e muitas vezes, virtudes.
Neste fim de semana tentei beber um vinho originário de Ribeira del Duero, uma boa região DOC da Espanha situada ao norte, logo abaixo de Rioja, que recebi de presente de um amigo .
O vinho da marca Cepa 21, colheita 2055, foi elaborado com a uva Tempranillo (a uva dos vinhos de Rioja) e tem um teor alcoólico de 15% em volume. Imaginaram a força varietal deste vinho, que se encontra escondida sob o cobertor grosso da madeira?
Foi impossível beber-lo. Ao fim do primeiro copo era tanto o gosto de madeira que nossos paladares ficaram anestesiados, sem capacidade de sentir outras características.
Que pena que ainda haja uma oferta tão forte deste tipo de vinhos! Seria tão bom destacar os aromas e sabores típicos de cada casta, de cada região, de cada país.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Curso de Espumantes em Garibaldi
No fim de semana dos dias 7 e 8 de agosto será realizado na Adega Adolfo Lona, o Curso “O mundo dos Espumantes” com uma programação muito especial que inclui degustação às cegas de espumantes nacionais e importados e jantar harmonizado na Hostaria Casacurta.
Data: Dias 07 e 08 de agosto.
Local: Adega Adolfo Lona
Horários e programação:
Sexta-feira dia 07 de agosto
16:30 hs: Saída micro ônibus de Porto Alegre
18:00 hs: Chek-in no Hotel Casacurta
19:15 hs: Recepção na adega e entrega de material
19:30 hs: Inicio do Curso - Parte I
21:30 hs: Jantar harmonizado no Casacurta
Sábado dia 08 de agosto
09:30 hs: Inicio do Curso - Parte II
12:00 hs: Visita a adega Adolfo Lona
12:30 hs: Almoço típico na Adega Adolfo Lona
Entrega de diplomas.
16:00 hs: Retorno para Porto Alegre.
Conteúdo do Curso
Origem do espumante, história, definição.
Métodos de elaboração. Geografia dos espumantes.
Prosecco, Asti, Cava, Champagne. Os espumantes no Brasil, história, situação atual, o futuro.
Duas degustações às cegas (Sexta e Sábado) de espumantes nacionais e importados como, Cava, Prosecco, Asti, cremant e champagne.
Vamos descobrir qual é cada um!!!
Preço: 1 Pessoa: R$ 381,00 - Casal: R$ 356,00
Tarifas para um grupo mínimo de 20 pessoas.
Inclui: Translado Porto Alegre - Garibaldi - Porto Alegre – Guia acompanhante, Curso e degustações, uma diária no Hotel Casacurta em quarto de casal, jantar harmonizado na Hostaria Casacurta e almoço na Adega Adolfo Lona
Forma de pagamento: Pré-pagamento com deposito bancário.
Não inclui: despesas extras, taxas e ingressos em locais turísticos e passeios não mencionados no programa, entretenimento pessoal.
Responsabilidade: A Fellini Turismo, registro EMBRATUR Nº 114830041.7, declara que o presente programa de viagem será executado em conformidade com as condições gerais estabelecidas pela Lei nº 8.078, de 11.09.90.
INFORMAÇÕES E RESERVAS: FELLINI TURISMO - (51) 3216-6312
Com Carmem
Data: Dias 07 e 08 de agosto.
Local: Adega Adolfo Lona
Horários e programação:
Sexta-feira dia 07 de agosto
16:30 hs: Saída micro ônibus de Porto Alegre
18:00 hs: Chek-in no Hotel Casacurta
19:15 hs: Recepção na adega e entrega de material
19:30 hs: Inicio do Curso - Parte I
21:30 hs: Jantar harmonizado no Casacurta
Sábado dia 08 de agosto
09:30 hs: Inicio do Curso - Parte II
12:00 hs: Visita a adega Adolfo Lona
12:30 hs: Almoço típico na Adega Adolfo Lona
Entrega de diplomas.
16:00 hs: Retorno para Porto Alegre.
Conteúdo do Curso
Origem do espumante, história, definição.
Métodos de elaboração. Geografia dos espumantes.
Prosecco, Asti, Cava, Champagne. Os espumantes no Brasil, história, situação atual, o futuro.
Duas degustações às cegas (Sexta e Sábado) de espumantes nacionais e importados como, Cava, Prosecco, Asti, cremant e champagne.
Vamos descobrir qual é cada um!!!
Preço: 1 Pessoa: R$ 381,00 - Casal: R$ 356,00
Tarifas para um grupo mínimo de 20 pessoas.
Inclui: Translado Porto Alegre - Garibaldi - Porto Alegre – Guia acompanhante, Curso e degustações, uma diária no Hotel Casacurta em quarto de casal, jantar harmonizado na Hostaria Casacurta e almoço na Adega Adolfo Lona
Forma de pagamento: Pré-pagamento com deposito bancário.
Não inclui: despesas extras, taxas e ingressos em locais turísticos e passeios não mencionados no programa, entretenimento pessoal.
Responsabilidade: A Fellini Turismo, registro EMBRATUR Nº 114830041.7, declara que o presente programa de viagem será executado em conformidade com as condições gerais estabelecidas pela Lei nº 8.078, de 11.09.90.
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Com Carmem
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