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domingo, 20 de janeiro de 2013

ORUS, o embaixador


O espumante ORUS do qual produzo algo em torno de 600 garrafas anuais tem uma importância especial para mim já que o considero o “embaixador da Adolfo Lona”.

Quando comento que eu consumo quase metade das garrafas as pessoas sorriem desconfiadas porque pensam que é um piada. Não é. É verdade que não conto quantas bebo, mas uma das coisas que me dá mais prazer é compartir uma garrafa de Orus com visitantes e amigos.

É tanto o orgulho que tenho de sua qualidade e a confiança do prazer que proporciona ao bebê-lo, que deixa de ser importante a parte comercial e ganha força o momento que vivo ao comparti-lo.

Não é raro oferecer uma taça de Orus a visitantes especiais, que assim os considero não por sua capacidade de compra, mas pelo interesse e persistência que mostraram ao chegar a nossa minúscula produtora, quase escondida num bairro de Garibaldi, com o objetivo de conhecer nosso trabalho.

Com meus amigos o considero quase obrigatório, talvez até com certa dose de egoísmo. Eles ficam felizes quando conhecem o Orus, eu fico feliz de compartir o momento com eles.

Alguns críticos o consideram o melhor produzido até hoje no Brasil, outros o colocam entre os melhores, outros nem o consideram. É a magnífica controvérsia própria do mundo do vinho e dos espumantes onde a subjetividade corre solta.

Eu o considero parte importantíssima de meu portfólio de produtos que sempre procurei fosse formado por espumantes diferentes, dignos, com estilo próprio, de ser possível inconfundíveis, independentemente do método de elaboração.

Virão novos produtos sob esse critério de produção? Certamente sim e em breve, mas dificilmente algum tirará o título de embaixador ao ORUS. Ele merece.





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