No dia 21 de maio estaremos realizando em Garibaldi o segundo curso do ano abordando o tema “O MUNDO DOS ESPUMANTES”.
O Curso de Degustação de Espumantes tem o propósito de desmistificar esta bebida associada a festividades especiais, e mostrar as diferenças que existem entre os diferentes espumantes do mundo. O conteúdo é:
- Origem e história dos espumantes naturais.
- Onde tudo começou, evolução e a difusão do espumante pelo mundo.
- Nomes e regiões dos principais espumantes naturais.
- Os métodos de elaboração Charmat e Champenoise
- Degustação às cegas de quatro espumantes pelo método Charmat, Prosecco,
Moscatel Espumante, Brut e Brut Rosé.
- Método Champenoise (tradicional): visita ás instalações e explicação sobre o método.
- Diferenças entre os espumantes conforme o método.
- Evolução dos espumantes no Brasil.
- O mercado brasileiro
- Harmonização e serviço do espumante.
- Degustação ás cegas de quatro espumantes pelo método Tradicional, Champagne,
Cava, espumantes Brut e Nature.
Programação
09:30 às 13:00 hs
- Curso, degustações e visita técnica
13:00 às 14:30 hs
- Almoço e entrega de diplomas.
Valor
R$ 150,00 por pessoa
Informações pelos fones (54) 3462.4014 / 4124 ou pelo e-mail vinhos@adolfolona.com.br.
Estou iniciando o blog "VINHO SEM FRESCURAS" justamente porque estou cansado de tanta frescura quando o tema é vinho. Pretendo abordar todos os assuntos relacionados a esta bebida tão natural da forma mas simples possível. Participe enviando noticias, comentários, críticas ou elogios sobre vinhos, espumantes nacionais ou estrangeiros e até, se quiser, sobre algúm de meus espumantes ou vinho que elaboro na pequena e simpática cidade de Garibaldi no interior de Rio Grande do Sul.
sábado, 30 de abril de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Figado e oxigênio
Insalubres
Ninguém duvida dos benefícios que o livre mercado traz para produtores e consumidores de vinho. Os produtores são desafiados pela qualidade e preço dos concorrentes e os consumidores aproveitam a maior oferta. O problema é quando os produtos que chegam criam uma concorrência predatória onde a disputa é focada no preço em detrimento da qualidade. É o que está acontecendo com vinhos argentinos e chilenos que conseguem a proeza de chegar às prateleiras das grandes redes a preços inferiores a R$ 15,00. Considerando custos de embalagem, frete e impostos, sobra menos de um real para cobrir o custo do vinho. Esta é a razão que justifica a péssima qualidade destes vinhos, quase insalubres. Adquiri cinco para degustar e fundamentar este comentário, parei no terceiro, meu fígado não merecia.
O ar no vinho tinto
Aproximamos-nos do inverno e as ocasiões de beber vinho tinto crescem por conta dos cardápios mais calóricos e vermelhos. É hora de abrir aquele vinho guardado do ano passado e que muito provavelmente está mais macio e aveludado. Será que é benéfico arejar-lo? Não há uma formula pronta para isso mais depois desse período a lenta troca de oxigênio através da rolha, faz com que os aromas sofram alguma evolução. Nessa evolução se formam alguns componentes mais voláteis muito agradáveis que precisam da ajuda do arejamento para se manifestarem. Não acredite na lenda da abertura antecipada da garrafa. Comprovou-se que a incorporação de oxigênio é quase nula por isso não perca tempo. O método mais eficaz de oxigenar é fazendo uso de uma jarra, qualquer uma, para a qual o vinho será trasvasado. Se a jarra não é muito apresentável, coloque o vinho novamente na garrafa. O copo generoso para vinho tinto, de bom tamanho e formato adequado, fará o resto.
Ninguém duvida dos benefícios que o livre mercado traz para produtores e consumidores de vinho. Os produtores são desafiados pela qualidade e preço dos concorrentes e os consumidores aproveitam a maior oferta. O problema é quando os produtos que chegam criam uma concorrência predatória onde a disputa é focada no preço em detrimento da qualidade. É o que está acontecendo com vinhos argentinos e chilenos que conseguem a proeza de chegar às prateleiras das grandes redes a preços inferiores a R$ 15,00. Considerando custos de embalagem, frete e impostos, sobra menos de um real para cobrir o custo do vinho. Esta é a razão que justifica a péssima qualidade destes vinhos, quase insalubres. Adquiri cinco para degustar e fundamentar este comentário, parei no terceiro, meu fígado não merecia.
O ar no vinho tinto
Aproximamos-nos do inverno e as ocasiões de beber vinho tinto crescem por conta dos cardápios mais calóricos e vermelhos. É hora de abrir aquele vinho guardado do ano passado e que muito provavelmente está mais macio e aveludado. Será que é benéfico arejar-lo? Não há uma formula pronta para isso mais depois desse período a lenta troca de oxigênio através da rolha, faz com que os aromas sofram alguma evolução. Nessa evolução se formam alguns componentes mais voláteis muito agradáveis que precisam da ajuda do arejamento para se manifestarem. Não acredite na lenda da abertura antecipada da garrafa. Comprovou-se que a incorporação de oxigênio é quase nula por isso não perca tempo. O método mais eficaz de oxigenar é fazendo uso de uma jarra, qualquer uma, para a qual o vinho será trasvasado. Se a jarra não é muito apresentável, coloque o vinho novamente na garrafa. O copo generoso para vinho tinto, de bom tamanho e formato adequado, fará o resto.
domingo, 10 de abril de 2011
Fui e não gostei
Estimulado pela fama que tem o restaurante Sbornia na entrada do Vale dos Vinhedos, decidi ir a almoçar no domingo 10 de abril com a minha família com a qual formávamos um grupo de 4 adultos e 2 crianças.
As instalações são muito boas, amplo estacionamento, mesas bem dispostas, boa iluminação e decoração adequada à proposta e a região.
Como tinha pouca gente conseguimos mesa imediatamente a qual fomos conduzidos por um simpático garçom. Este garçom nos explicou o tipo de menus e escolhemos o típico com sopa de capeletti, frango, fortaia, massas e saladas diversas. Chamou-me a atenção que para seis pessoas trouxessem somente uma sopeira que acabou ante de estarmos todos servidos. Tivemos de pedir uma segunda.
Como era o único que beberia vinho dei uma olhada na carta, bastante completa e com preços adequados, e ante a limitada presença de vinhos em 375 ml, perguntei se tinham vinho tinto em taça. Informou-me que tinham um vinho da casa, Merlot, de boa qualidade. Tive uma supressa desagradável porque o vinho era muito ruim, com avançado estado de deterioração e com acidez volátil altíssima. Fiquei na dúvida se era pela má conservação ou pelo fornecedor mais preferi não perguntar. É lastimável que num restaurante com o prestigio do Sbornia o produto que melhor representa a região seja tão ruim.
Mais tivemos outras surpresa, como o limitado número de pratos, as massas encharcadas em molhos pastosos e o frango chegando em porções minúsculas. O preço que pagamos, R$ 38,00 por pessoa e R$ 190,00 no total foi desproporcionado ao recebido. Não gostei da experiência.
As instalações são muito boas, amplo estacionamento, mesas bem dispostas, boa iluminação e decoração adequada à proposta e a região.
Como tinha pouca gente conseguimos mesa imediatamente a qual fomos conduzidos por um simpático garçom. Este garçom nos explicou o tipo de menus e escolhemos o típico com sopa de capeletti, frango, fortaia, massas e saladas diversas. Chamou-me a atenção que para seis pessoas trouxessem somente uma sopeira que acabou ante de estarmos todos servidos. Tivemos de pedir uma segunda.
Como era o único que beberia vinho dei uma olhada na carta, bastante completa e com preços adequados, e ante a limitada presença de vinhos em 375 ml, perguntei se tinham vinho tinto em taça. Informou-me que tinham um vinho da casa, Merlot, de boa qualidade. Tive uma supressa desagradável porque o vinho era muito ruim, com avançado estado de deterioração e com acidez volátil altíssima. Fiquei na dúvida se era pela má conservação ou pelo fornecedor mais preferi não perguntar. É lastimável que num restaurante com o prestigio do Sbornia o produto que melhor representa a região seja tão ruim.
Mais tivemos outras surpresa, como o limitado número de pratos, as massas encharcadas em molhos pastosos e o frango chegando em porções minúsculas. O preço que pagamos, R$ 38,00 por pessoa e R$ 190,00 no total foi desproporcionado ao recebido. Não gostei da experiência.
terça-feira, 22 de março de 2011
Blablablabla....

O vinho é um produto simples e natural por isso não dá para entender porque algumas pessoas acham que sempre é necessário sofisticar e complicar para ter destaque.
Em recente degustação comprovei que chega a ser cômico o esforço de algumas pessoas em descrever complicadamente a característica organoléptica de um vinho, quase patético se for tinto. Este tipo de vinho parece despertar os sentimentos mais profundos a ponto de provocar frases quase sempre incompreensíveis.
Pérolas como “este vinho tem um nariz amplo e intenso, com notas de frutas vermelhas frescas como cereja, ameixa e amora”... como é que é, qual delas?
Ou “seu aroma lembra alcatrão, café, chocolate e especiarias com um fundo tostado”...isso dói?
Ou pior ainda “este vinho na boca é superlativo, seus taninos polimerizados são envolventes, muito finos, delicados e sua acidez lática é perfeita”... dá para beber?.
Será que este vinho é bom? O que é que em definitiva estes “prêmios nobels” da enologia moderna quiseram disser ao descrever os vinhos de forma tão filosófica e aérea?
A maior virtude de todo vinho ou espumante é “se deixar beber”, agradar, ser convidativo considerando que esta sensação não é universal. As pessoas apreciam de forma diferente consagrando a velha frase “vinho bom é aquele que eu gosto” De modo geral para que um vinho agrade é necessário que não apresente defeitos graves nem componentes acima do normal, sendo que normal neste caso é teores que o paladar não rejeita.
Por exemplo: quando um vinho branco é elaborado a partir de uvas verdes sua acidez é alta, agressiva, provoca irritação da língua, o vinho não passa. Acidez normal é quando cumpre sua função de transmitir a sensação de frescor sem agredir. Quando com uvas verdes se elabora um vinho tinto, além da acidez se destacam os taninos não maduros que são aqueles que provocam a “secura da boca”, o vinho trava, é adstringente e difícil de tomar. Quando um vinho é feito com uvas em mau estado sanitário ou mal conservado tem teores de ácido acético (aquele do vinagre) acima do normal e isto provoca uma sensação desagradável na boca e no nariz. Ao final vinagre é para ser colocado na salada e não bebido.
Ou seja, as chances de um vinho agradar quando é elaborado corretamente são altas. Para descrever um vinho “bom” (porque me agradou) bastam palavras do tipo: é agradável, é fresco, é macio, é redondo, se bebe fácil, é aveludado ou desce fácil, é convidativo ou cada taça me convida a outra, gostei, etc.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Seco ou demi

O Brasil é um dos poucos países do mundo onde o aumento de consumo de vinhos finos se deu pela via dos adocicados. Na década de sessenta, o Mateus Rosé português foi a fonte inspiradora dos rosados suaves nacionais ligeiramente gaseificados muito bem representados pelo Château Duvalier, campeão de vendas na época. Apesar do preconceito que este vinho provocou, outras formas de atender esse consumidor se seguiram: o branco tipo alemão representado pelo Lieubfraulmich da Dreher e mais recentemente a linha Almadem. A forma mais fácil e rápida para atrair o novo consumidor pouco acostumado aos sabores próprios do vinhos é através deste tipo de produto. Com o tempo, os apreciadores aprimoram seu paladar e passam a consumir vinhos secos brancos e tintos.
Por conta desta situação a legislação brasileira foi adaptada à mundial com algumas variações: o teor máximo de açúcares permitido nos vinhos secos é de 5 gramas por litro, na mundial 3, e acima disto devem ser chamados de demi-sec com açúcar entre 5,1 e 20 gramas.
Porque o vinho seco pode ter açúcar até esse limite? O critério utilizado, a exemplo da legislação mundial, é que o consumidor deve ser informado do “sabor” do vinho e não do teor de açúcar. Estudos científicos demonstraram que o umbral que separa o sabor seco do adocicado esta situado entre 4 e 5 gramas de açúcares por litro para os vinhos tranqüilos, ou sem gás. Quase todas as pessoas começam a perceber a diferença neste limite e por isso a lei permite que os vinhos chamados secos tenham esse teor máximo.
Certo, errado? É um critério que atende a expectativa dos consumidores em relação ao gosto, mas devemos admitir que prejudica o diabético.
A venda de vinhos adocicados tipo demi-sec, suave ou doce em outros países em especial os tradicionais como Itália, França, Espanha e Portugal é quase nula, e por tal razão seus produtores não são obrigados a colocar a informação do tipo no rótulo principal, aquele que vai na parte frontal da garrafa. Lá todos são secos. Quando alguns vinhos destes países, adocicados especialmente para atender o mercado do Brasil são exportados, a informação do tipo em relação aos teores de açúcares não consta na frente e sim atrás, numa etiqueta onde são colocadas uma infinidade de informações obrigatórias para entrar.
Já aconteceu com você, de solicitar ou adquirir um vinho, em especial importado, e ao degustá-lo perceber que ele não é seco? E ao ler o rótulo e o conta-rótulo não descobrir nada e ao insistir lendo uma etiqueta minúscula, em letras bem pequenas, entre o CNPJ e o endereço, que o vinho é demi? Pois é, acaba de ser outra vítima da legislação nacional de vinhos que permite que a declaração do tipo de vinho em relação aos teores de açúcares, seja colocada numa etiqueta e não no rótulo principal como é exigido aos vinhos nacionais.
Por tudo isto, se você não aprecia vinhos adocicados, tome cuidado ao adquirir vinhos importados de preços convidativos.
Leia atentamente a etiqueta em português. Busque a informação da classificação em relação aos teores de açúcares no tipo de vinho constante na frase: “Vinho Tinto Seco Fino”. Se aceitar somente a informação do rótulo principal pode ser dar mal e ter de devolver ou consumir algo que não pediu.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
A guarda

Há tantos sommeliers formando-se no Brasil e no mundo que, como todo excesso, pode prejudicar a saúde...dos vinhos e espumantes.
Vejam abaixo as respostas de uma sommelier para um jornal paulista:
Vale a pena ter adega (a máquina) em casa?
Adegas costumam ser bem caras e, por isso, acabam sendo um investimento. Mas vale muito a pena para aqueles que apreciam vinhos, bebem com freqüência ou exigem um vinho bem armazenado e preservado.
As adegas climatizadas, bastante caras por sinal, são úteis para quem gosta de guardar vinhos para acompanhar a evolução, beber-los com maior maturação ou envelhecimento, porque oferecem condições boas de temperatura constante e baixa e luminosidade. São um gasto inútil (boas somente para mostrar-las) para quem bebe com frequência e vinhos que se encontram facilmente nos supermercados.
Alias, esta é a situação da grande maioria dos mortais.
Mesmo se a pessoa não vai guardar a garrafa por uns três anos?
Vale! A cada dia que passa, mais e mais vinhos são feitos para serem consumidos ainda jovens (então para que guardar-los?). Vinhos de guarda são extremamente caros, principalmente no Brasil. Por isso, é cada vez mais raro ver pessoas comprando em grandes quantidades. A adega ajuda na organização, poupa espaço na geladeira e mantém o vinho na temperatura ideal de consumo. Lembrando que o vinho é uma bebida "viva", em constante evolução. Uma temperatura muito baixa ou muito alta prejudica o seu desenvolvimento.
Quais garrafas e/ou tipos de vinho devo ter na minha adega?
Cada adega armazena um número de garrafas. Ultrapassar muito esse número e abarrotá-la não é muito legal, pois ela terá que trabalhar além da sua capacidade para manter a temperatura. Quanto ao tipo de vinho, vai do gosto de cada um. Recomendo manter na adega os vinhos especiais que requerem cuidado e aqueles que se pretende consumir nas próximas semanas, pois assim já estarão na temperatura ideal.
A pergunta era muito bem feita para responder: é obrigatório ter um mínimo de duas garrafas de espumante brut ou seco para recepcionar uma visita imprevista, vinhos brancos e tintos conforme o consumo, a época e os hábitos gastronômicos da família.
Se eu não vou tomar toda a garrafa, posso guardá-la por quanto tempo na geladeira?
Não por muito tempo, pois a grande maioria dos vinhos é extremamente sensível. Acredito que do almoço até o jantar ou do jantar até o próximo almoço ele pode aguentar. Recomendo as rolhas a vácuo, que ajudam a preservá-lo melhor e por um pouco mais de tempo.
O vinho não é manteiga. O vinho do dia a dia posso conservar-lo fechado com a própria rolha durante uma semana que é o tempo de consumo de uma pessoa sozinha. Deve ser guardado de pé (deitar-lo após aberto é inútil porque o ar já entrou) na parte interna baixa da porta da geladeira (lá, fazendo companhia a garrafa “litrão” de refri).
Se for um vinho especial, beba toda a garrafa ainda que tenha de convidar seu maior inimigo para isso. Com certeza ao final dela a amizade surgirá naturalmente.
Devo deixá-la deitada ou posso mantê-la de pé na porta da geladeira?
Vinhos devem ser sempre estocados na horizontal, seja na adega, na geladeira ou na despensa. O líquido deve sempre estar em contato com a rolha. Caso contrário, ela pode vir a ressecar e deixar que o ar entre, oxidando o vinho. Caso o vinho já esteja aberto e seja mantido por apenas algumas horas, não tem problema ele ficar de pé. A exceção são os vinhos com tampa de rosca.
A resposta está acima.
Como saber se o vinho estragou depois de aberto e mantido na geladeira?
Tente perceber se seus aromas e gosto mudaram. Caso estejam avinagrados ou próximos ao de um vinho do Porto, significa que ele estragou.
Repito: se uma garrafa de vinho semi-consumida (não quase vazia), é guardada na geladeira por até uma semana, NADA PODE ACONTECER COM O VINHO se é somente de uva e elaborado com os mínimos cuidados. Se estragar, grave a marca e nunca mais compre esse vinho. Se você esquecer um vinho aberto na geladeira por muito tempo, a probabilidade de transformar-se num vinho do Porto é próxima do zero. A de ser um vinagre é alta. Garanto: é salada ou pia.
CURSO DE ESPUMANTES
No dia 9 de abril iniciaremos nosso ciclo de Cursos de Degustação 2011 na sede da produtora na cidade de Garibaldi, com novo formato.
Os cursos serão aos sábado pela manhã e encerrarão com breve visita técnica à produtora, almoço harmonizado e entrega de diplomas.
O primeiro está marcado para o Sábado 9 de abril e o tema será “O MUNDO DOS ESPUMANTES”.
O Curso de Degustação de Espumantes tem o propósito de desmistificar esta bebida associada a festividades especiais, e mostrar as diferenças que existem entre os diferentes espumantes do mundo. O conteúdo é:
- Origem e história dos espumantes naturais.
- Onde tudo começou, evolução e a difusão do espumante pelo mundo.
- Nomes e regiões dos principais espumantes naturais.
- Os métodos de elaboração Charmat e Champenoise
- Degustação às cegas de quatro espumantes pelo método Charmat, Prosecco,
Moscatel Espumante, Brut e Brut Rosé.
- Método Champenoise (tradicional): visita ás instalações e explicação sobre o método.
- Diferenças entre os espumantes conforme o método.
- Evolução dos espumantes no Brasil.
- O mercado brasileiro
- Harmonização e serviço do espumante.
- Degustação ás cegas de quatro espumantes pelo método Tradicional, Champagne,
Cremant, espumantes Brut e Nature.
Programação
09:30 às 13:00 hs
- Curso, degustações e visita técnica
13:00 às 14:30 hs
- Almoço e entrega de diplomas.
Valor
R$ 150,00 por pessoa
Informações pelos fones (54) 3462.4014 / 4124 ou pelo e-mail vinhos@adolfolona.com.br.
Os cursos serão aos sábado pela manhã e encerrarão com breve visita técnica à produtora, almoço harmonizado e entrega de diplomas.
O primeiro está marcado para o Sábado 9 de abril e o tema será “O MUNDO DOS ESPUMANTES”.
O Curso de Degustação de Espumantes tem o propósito de desmistificar esta bebida associada a festividades especiais, e mostrar as diferenças que existem entre os diferentes espumantes do mundo. O conteúdo é:
- Origem e história dos espumantes naturais.
- Onde tudo começou, evolução e a difusão do espumante pelo mundo.
- Nomes e regiões dos principais espumantes naturais.
- Os métodos de elaboração Charmat e Champenoise
- Degustação às cegas de quatro espumantes pelo método Charmat, Prosecco,
Moscatel Espumante, Brut e Brut Rosé.
- Método Champenoise (tradicional): visita ás instalações e explicação sobre o método.
- Diferenças entre os espumantes conforme o método.
- Evolução dos espumantes no Brasil.
- O mercado brasileiro
- Harmonização e serviço do espumante.
- Degustação ás cegas de quatro espumantes pelo método Tradicional, Champagne,
Cremant, espumantes Brut e Nature.
Programação
09:30 às 13:00 hs
- Curso, degustações e visita técnica
13:00 às 14:30 hs
- Almoço e entrega de diplomas.
Valor
R$ 150,00 por pessoa
Informações pelos fones (54) 3462.4014 / 4124 ou pelo e-mail vinhos@adolfolona.com.br.
Assinar:
Postagens (Atom)