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sexta-feira, 26 de março de 2010

Selo fiscal


Finalmente a força das grandes cantinas venceu todas as resistências e o selo fiscal para ser colocado em todos os vinhos e espumantes brasileiros, será implantado em abril.
Mais burocracia, mais custos e pouco resultado.
Os argumentos para a criação desta genial idéia foram: coibir a informalidade, evitar a fraude e contribuir com a competitividades do setor. Se assegura que o contrabando é muito alto... mas até agora nunca foi pego um caminhão sequer.
A informalidade (ou venda sem nota) e a fraude (produtos "derivados da uva e do vinho" feitos sem nenhum deles) existem, e devem ser ( e estão sendo) combatidos com inteligência, recursos, fiscalização e policia. Será que produtos falsificados não serão vendidos agora com selo falsificado? É mais difícil fazer vinho sem uva que um selo.
Colocar empecilhos aos vinhos importados? Com a estrutura de distribuição tão organizada, os importadores colocarão o selo sem maior dificuldade.
Com o selo os pequenos produtores terão que pagar adiantado outro custo ( o dos selos) além de ter aumento dos custo de mão de obra. A carga tributária aumentará ainda mais. Genial!!
Mas tem coisa pior: o selo poderá ser confundido com um selo de qualidade ou garantia, o que não é verdade.
Argentina teve esta brilhante idéia e em menos de um ano a suspendeu pela ineficácia.
Que pena que nosso Brasil continue tapando o sol com a peneira.
Quando se descobriu, anos atrás, que a grande maioria do conhaque era feito sem vinho mas com álcool de cana, no lugar de proibir sua fabricação se criou o primeiro monstro: o conhaque de gengibre (mantendo o nome de conhaque).
Quando se descobriu que a grande maioria do vinagre era feito com álcool de cana, se criou o segundo monstro: o agrin, que é uma mistura com ínfima presença de vinho.
Quando se descobre que a grande maioria das sangrias e coquetéis não são feitos com vinho, se inventa o terceiro e ineficaz monstro: o selo fiscal.
Contribuir para a competitividade do setor perante os vinhos importados é diminuir a carga tributária e impedir, através de fiscalização inteligente, a fraude e sonegação até porque esta última é um produto dos altos tributos. Para alguns vale a pena sonegar porque o ganho justifica o risco.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Campeões!!!


Recente levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário confirma o que sempre afirmamos: o vinho é o campeão disparado entre os produtos com maior carga tributária com incríveis 54,73%! Este levantamento foi feito comparando os preços de produtos comercializados na Páscoa.
Assim é difícil ser competitivo.
Para aqueles que reclamam que os vinhos brasileiros são caros a mensagem é: imagine que na sua área de atuação o produto que você poderia fazer com custos e margem inclusos por R$ 9,00 tenha de ser vendido, por conta dos impostos, a quase R$ 20,00. Se a este valor se soma a margem da loja ou supermercado é fácil concluir que não é difícil que o produto chegue ao cliente por módicos R$ 25,00.
Acharia justo?
Acharia lógico que os três indesejados sócios levassem todo esse dinheiro sem nada aportar em troca, e o que é pior, colocando o produto numa prateleira onde não é considerado competitivo?
Vinhos argentinos, chilenos e uruguaios pagam no país de origem um total inferior a 20% de impostos e isso é um fator fundamental de competitividade. Qualidade? Vinhos destes países vendidos a menos de R$ 15,00 (e são muitos!) ganham a preferência de alguns consumidores não pela qualidade, mas por serem estrangeiros.
Á zurrada frase "relação preço - qualidade" acrescentaria "relação preço - qualidade - origem".

quarta-feira, 10 de março de 2010

Cursos em Porto Alegre



No mês de março estaremos abrindo o Calendário de Cursos de Degustação Adolfo Lona em Porto Alegre na sede de nossa distribuidora exclusiva Hannover Vinhos.
As datas e conteúdos são os seguintes:
Sexta-feira dia Dia 26 de março
Os vinhos da América do Sul

História, origens, regiões, uvas e vinhos do Chile, Argentina, Uruguai e Brasil.
Princípios da degustação de vinhos brancos e tintos. Degustação didática de quatro vinhos brancos e quatro vinhos tintos.
Coquetel de encerramento com entrega de diplomas.
Local: Hannover Vinhos - Rua Cerro Azul, 710 - Bairro Santa Maria Goretti - Porto Alegre
Fone 51.3337.3890
Horário: das 19hs30min às 22hs30 min
Valor: R$ 120,00 por pessoa.
Dia 09 de abril - Sexta-feira
O Mundo dos Espumantes

História, origens, regiões, tipos, métodos de elaboração, uvas. O espumante no Brasil . Serviço do espumante (harmonização, esfriamento, abertura, serviço)
Princípios da degustação de espumantes. Degustação de 4 espumantes charmat e 4 espumantes champenoise.
Coquetel de encerramento com entrega de diplomas.
Local: Hannover Vinhos - Rua Cerro Azul, 710 - Bairro Santa Maria Goretti - Porto Alegre
Fone 51.3337.3890
Horário: das 19hs30min às 22hs30 min
Valor: R$ 120,00 por pessoa.
VAGAS LIMITADAS, FAÇA SUA INSCRIÇÃO JÁ!
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES: Fones (51) 3337.3890 com Angela ou (54) 3462.4014 /4124 com Ana Isabel

segunda-feira, 1 de março de 2010

CURSO DE VINHOS E ESPUMANTES (4)


O Brasil vitivinícola:
A área total plantada no Brasil de uvas para vinhos finos, comuns e consumo in natura é de 82.500 hectares assim distribuídas:
Rio Grande do Sul: 50.400 has.
São Paulo: 9.700 has.
Pernambuco: 7.100 has.
Paraná: 5.800 has.
Santa Catarina: 4.900 has.
Bahia: 3.700 has.
Minas Gerais: 800 has.
O Rio Grande do Sul, além de ser o estado com maior área plantada, se caracteriza por ser o o maior produtor de suco de uva, vinhos finos e comuns e espumantes. Na safra de 2009 foram colhidas 737 mil toneladas.
As regiões mais importantes por ordem de antiguidade são: Serra Gaúcha, Campanha e Serra do Sudeste. No mapa acima se observam esta regiões.
Serra Gaúcha:
Como já vimos surge com a chegada dos imigrantes italianos em 1875.
Perfil produtivo: São mais de 15.000 famílias que produzem em pequenas propriedades onde todos participam. A média das propriedades é de 3 has caracterizando um perfeito exemplo de minifúndio.
Geografia: bastante acidentada o que impede a mecanização. Não é estranho encontrar "colonos" trabalhando a terra ajudados por uma junta de bois.
Solos: Compactos e argilosos o que facilita o escoamento das águas de chuva. Geralmente ácidos com necessidade do uso de cal para neutralizar.
Clima: Chuvoso, estações bem marcadas com invernos longos, úmidos e frios com riscos freqüentes de geadas e verões quentes e chuvosos. Boa amplitude térmica (diferença entre temperatura máxima e mínima em 24 hs.)
Produção: Na Serra Gaúcha, 80% dos vinhedos são de uvas da espécie americana ou híbridos de americanas como Isabel, Concord, Niágara, Herbemont, Seibel, Seyve Willard e outras. Estas uvas, apesar da resistência que existe entre os formadores de opinião, tem sido o sustentáculo dos produtores rurais devido à procura, aos baixos custos de produção e a resistência que possuem em relação ás moléstias ocasionadas pelas chuvas. Dificilmente estes vinhedos serão erradicados pelo constante crescimento da produção de sucos de uva e pelo bom mercado que os vinhos de mesa tem junto à população de baixa renda.
Os 20% restantes são de uvas da espécie européia, conhecidas como viníferas, destinadas á elaboração de vinhos finos e espumantes. As mais cultivadas são as brancas Chardonnay, Riesling Itálico, Moscatel e Sauvignon Blanc e as tintas Cabernet Sauvignon, Merlot, Tannat e Pinot Noir.
Perspectivas desta região: Devido a estrutura produtiva de pequena propriedade esta região sempre enfrentará dificuldades mas por outro lado, esta estrutura permitirá pequenos empreendimentos familiares que serão sustentados pelo enoturismo e pelo atrativo que a produção de vinhos e espumantes em pequenos volumes resulta para o mercado consumidor.
A geografia potencializa os problemas criados pelas chuvas já que a umidade tem mais dificuldade em ser eliminada. Isto faz com que as uvas maturem menos, condição boa para as destinadas a vinhos brancos e base espumantes, mas ruim para os vinhos tintos com pretensões de longevidade. Estes vinhos exigem alta concentração de componentes da cor e somente os vinhedos com rigoroso controle de produtividade e dos trabalhos culturais poderão oferecer matéria prima adequada.
Por todas estas razões é provável que haja um crescimento das uvas destinadas a espumantes e sucos e uma diminuição das uvas tintas finas.
O enoturismo crescerá aceleradamente o que beneficiará as pequenas vinícolas, verdadeiro patrimônio desta região.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

A dificil escolha


A vida do simples mortal no momento da decisão na compra de vinhos não é nada fácil. Muito pior se a procura for pelo vinho honesto do dia a dia, adquirido geralmente no supermercado onde a oferta é muito variada.
Comprar com que critério? Pelo preço, a cor da garrafa, a origem, o tipo, a variedade, a safra, o posicionamento na prateleira, porque é a “promoção da semana” ou porque o atendente recomendou?
Nas prateleiras quilométricas das lojas a variedade é tão grande e o posicionamento tão confuso, que identificar os vinhos exige a ajuda de um GPS.
Cansei de ver pessoas paradas na frente delas, algumas, com expressões de medo ante o risco iminente de fazer uma besteira e outras, a grande maioria, com expressão de quem olha, mas não vê.
Salvo raras exceções, os setores de vinhos nas lojas de supermercados são um amontoado de garrafas colocadas arbitrariamente que as vezes não respeitam nem a cor. Muito menos origem e variedade. Desista de querer orientar-se rapidamente nos corredores de vinhos. Se for comprar vinhos vai com tempo suficiente para procurar calmamente.
Mas, como fazer para diminuir o risco da compra?
Primeiro entenda que comprar vinhos é um ato de risco, maior ou menor em função de seu conhecimento sobre o vinho escolhido. Ou seja, tome cuidado com o número de garrafas adquiridas se ele for um “ilustre desconhecido” porque a vítima pode ser você.
Como conhecer vinhos para errar menos? Uma única reposta: sendo curioso. Este é o segredo, não há outra formula mágica.
Compre UMA GARRAFA de cada vinho que lhe chame a atenção por alguma razão determinada e prove. Se gostar, guarde a marca e o tipo na memória, se não gostar guarde no lixo. O patrimônio de conhecimentos vínicos (bela frase!) será formado pelos vinhos que você provou, bons e ruins, uns para beber, outros para recomendar a seus desafetos.
Provar aleatoriamente? Por uma questão de ordem não, melhor seguir um roteiro simples seguido com certa disciplina. Um exemplo poderia ser iniciar provando tintos, brasileiros, gaúchos, Merlot, de safras recentes com preço situado entre R$ 15,00 e R$ 30,00.
Porque iniciar assim? Porque se você quer ser reconhecido como um individuo que “conhece algo de vinhos” tem a obrigação de conhecer os vinhos de sua terra, de seu país e dentro deles os feitos com a variedade Merlot, considerada “emblemática” como a Tannat é para Uruguai e a Malbec é para Argentina. A faixa de preços foi uma sugestão para pessoas “normais”. Se você puder ou quiser pode levantar a mira.
O roteiro deveria continuar com tintos de outras variedades, brancos e espumantes, depois para os vinhos do continente e posteriormente pelos vinhos de outros continentes.
Quando acaba esta tarefa de garimpeiro vínico? Nunca e esse é o grande e prazeroso desafio que os vinhos e espumantes oferecem como nenhuma outra bebida o faz.
Você vai, quase sem perceber, educando o paladar aos sabores próprios de cada vinho e fazendo suas escolhas, agora mais objetivas. Procurar vinhos num supermercado deixará de ser uma tarefa estafante e passara a ser uma parte da aula, que será completada com leitura sobre o tema, visitas a cantinas, etc.
Não esqueça que a parte principal deste constante aprendizado é provar, com a família ou com amigos, com curiosidade, querendo conhecer.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Reclame


O consumo de espumantes em restaurantes aumenta a cada ano. As pessoas perderam definitivamente o preconceito de que é uma bebida de festividades e datas especiais e a assumem como excelente para acompanhar uma parte ou toda a refeição. O espumante deixou de ser uma alternativa cara e na maioria dos casos tem preço inferior aos vinhos. Com isto os donos de restaurantes caros e baratos entendem que é quase obrigatório ter em suas cartas, entre as opções de bebidas, espumantes nacionais.
O serviço também tem melhorado muito, taças tulipa de vidro ou cristal, baldes com gelo nas mesas ou suportes especiais, garçons treinados. Mas não sempre são tomados todos os cuidados no momento final do serviço, devido ao treinamento insuficiente de uma boa parte dos profissionais de serviço dos estabelecimentos que, ignorando a importância do gás no espumante, cometem erros fatais numa destas etapas:
1) Retirada da rolha:
O gás e o vinho estão em perfeito equilíbrio dentro da garrafa de um espumante. A pressão sobre a câmara vazia (parte vazia acima do nível do líquido) é exatamente igual á pressão de gás dissolvido e este fenômeno físico faz com que não haja desprendimento ou formação de espuma. Quando retiramos a rolha e conseqüentemente a pressão acima da câmara, o gás retido no líquido tende a se desprender porque foi quebrado o equilíbrio citado. Por esta razão, salvo que alguém tenha ganhado a última corrida de formula 1, não deve ser "estourada a rolha" e muito menos agitar a garrafa. Se provocará perda de gás dissolvido, perlage, em fim perderemos a alma do espumante. A forma correta é, como mostra a figura acima, retirar com cuidado a parte da cápsula que envolve rolha e gaiola (arame que segura), afrouxar a gaiola sem retirar-la, segurar fortemente a rolha e começar, girando lentamente a garrafa, a retirar-la evitando a expulsão violenta. A rolha tem de simular um "suspiro" quando sai definitivamente. Desta forma o gás ficará retido no líquido e cumprirá sua missão.
2) Servir o espumante
Feita a retirada de gaiola e rolha, o segundo passo, freqüentemente mal feito, é servir o espumante na taça que deverá estar a temperatura ambiente. Se o líquido é despejado diretamente até que a espuma formada pelo choque de temperatura com o vidro o permita, perderemos muito gás dissolvido. A bonita espuma que ocupa boa parte da taça nada mais é do que gás que foi perdido. Não fique alegre.
Para evitar o choque de temperatura e agitar o espumante, o correto é, com a taça inclinada a 45%, colocar devagar uma pequena quantidade de produto, aguardar alguns segundos, e finalizar colocando o resto. Perceberá que o espumante, devido ao bom volume de gás que possui e foi preservado, apresenta o perlage esperado.
Motivos de falta de perlage
Taça mal enxaguada: as pessoas cometem o erro de lavarem as taças com abundante detergente mas não tomam o cuidado de retirar-lo eficientemente com muita água morna ou quente. As tensões do detergente retido no vidro provocam perda total do perlage. O gás permanece mas não consegue mostrar-se.
Não respeitar as etapas citadas acima: a falta de perlage neste caso é por ausência de gás.
Taça esfriada em balde: Forma bolhas e embaçamento com o que a visualização do perlage fica prejudicada.
Que fazer se observo um mau serviço num restaurante?
1) Reclame ao garçon, ao dono, a policia, ao prefeito,etc.
2) Se a primeira etapa foi do tipo "não foi uma bomba, foi aberto um espumante", evite o desastre total pedindo ao garçon a garrafa aberta erradamente e as taças e faça você o serviço.
Lembre sempre que a razão da existência de todo bar ou restaurante é você. Exija o cumprimento de seus direitos.
Saúde e sorte!!!

O hábito

É indiscutível que o hábito de consumir vinhos diariamente em quantidades moderadas traz benefícios para a saúde do corpo e da alma. A todo o momento, novas pesquisas científicas independentes o demonstram.
Quem tem este hábito, o adquiriu pela influência do núcleo familiar onde a garrafa de vinho e a cesta de pão eram presenças constantes nas mesas, ou por decisão pessoal já em idade adulta, encantado pelas virtudes desta bebida milenar.
No primeiro caso, muito normal nas comunidades da Serra Gaúcha que são descendentes de italianos, faz parte dos hábitos gastronômicos e por tal razão não sofre influência do clima, época e local de consumo. As pessoas consomem vinhos locais, simples, honestos e de preço accessível todos os dias das mais diferentes formas, puro, misturado com água, esfriado no verão e a temperatura ambiente no inverno deixando totalmente de lado toda e qualquer cerimônia ou ritual. Nestes casos o vinho é verdadeiramente uma bebida alimento. O consumo nestas regiões é alto, semelhante aos países europeus.
Já quem não tem o hábito do consumo diário e descobre o vinho em idade adulta, se encanta com sua história e seus rituais. Estes rituais, vistos às vezes como tabus, desempenham um papel importante na fase inicial porque conhecer-los e entender-los, faz com que as pessoas se sintam superiores, especiais, diferentes das outras. Talvez por isso muitos consumidores nesta fase, tenham resistência a abrir mão destes rituais porque os consideram inerentes ao consumo do vinho, o que não é verdade. Com o passar do tempo e incorporando o vinho a seus hábitos de consumo as regras passam a ter uma importância menor.
Descobrem que é possível sim, sem risco de cometer um sacrilégio, esfriar um vinho tinto no verão, colocar pedras de gelo num copo de vinho branco consumido como aperitivo ou acompanhando um prato na praia ao na piscina, ou preparar um “refresco” misturando meio copo “long drink” de vinho tinto com gelo e água mineral com gás.
Aqueles que insistem em achar que colocar gelo ou água mineral no vinho é um pecado mortal não estão entendendo, que desta forma os componentes são diluídos sem alterar as características do sabor, deixando o vinho com menor graduação alcoólica e mais refrescante. Desde que o preconceito o permita, não há refresco melhor e mais agradável num caloroso dia, á frente da churrasqueira ou na beira da piscina.
As recomendações relacionadas ao tipo de copo, abertura antecipada, uso de decanter, temperaturas ideais e harmonização devem ser deixadas para momentos especiais, mais formais, quando também se tomam cuidados com a toalha de mesa, talheres, iluminação, etc.
No dia a dia que caracteriza o hábito, o que vale é o momento e o gosto pessoal.
O consumo de vinho, para ser um hábito saudável, tem de estar associado a momentos prazerosos, descomplicados, acompanhados de alimentos.
A presença do vinho na mesa tem de ser algo tão simples e natural como um prato de file grelhado com arroz.